Apesar de um hospital ser uma empresa, há particularidades que distinguem essa instituição das demais, como o compromisso com a vida, com o assistencial e cuidado aos pacientes, fazendo-se imprescindível o monitoramento da taxa de ocupação hospitalar, visando a oferta justa de serviços de qualidade.

Temos aqui um dos grandes desafios da gestão hospitalar, pois acompanhar os índices exige planejamento e processos eficientes. E como sabemos, a complexidade no âmbito hospitalar é constante, demandando ações sólidas e aliadas à tecnologia.

Então, por que você não nos acompanha nessa leitura criada especialmente para simplificar seu entendimento dessa fundamental etapa para seu hospital? Vamos conferir!

Como se caracteriza a taxa de ocupação hospitalar?

A taxa de ocupação hospitalar é um indicador imprescindível para que a gestão do hospital determine sua atual capacidade de atendimento.

Por meio de uma análise bem estruturada desse índice, é viável determinar a margem de leitos desocupados ou ocupados e a margem de aderência a novas admissões. Desse modo, a gestão consegue mensurar e consolidar:

·       Perfil atual de utilização dos recursos hospitalares.

·       Os intervalos de substituição com precisão.

·       Deliberar a média estimada do tempo de permanência dos pacientes.

·       Ações para agilizar os processos advindos de novas admissões.

Esse é um assunto muito debatido e analisado nos últimos dias em nosso país, devido ao aumento constante do número de casos relacionados ao Coronavírus.

A ocupação hospitalar de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) no início de março, segundo matéria da CNN Brasil, era maior que 90% em 9 capitais.

Portanto, conhecer e monitorar essa taxa potencializa a tomada de decisão dos gestores, já que proporciona uma boa margem para remanejar recursos operacionais e gerenciais do hospital.

Vale ressaltar que a ocupação hospitalar é calculada a partir da definição do percentual de atendimento diário, mais a quantidade de leitos desocupados e disponíveis.

3 pontos que evidenciam a importância de monitorar os índices de ocupação hospitalar

Abaixo elencamos 3 motivos pelos quais seu hospital deve manter o controle e conhecer com assertividade sua taxa de ocupação, acompanhe!

1. Diminuição de custos com aspectos de manutenção

Um dos maiores gastos em uma instituição de saúde é a manutenção de seus leitos. Os custos englobam processos como desinfecção, higienização e limpeza a cada paciente liberado, onde o próximo sempre tenha um leito esterilizado.

Porém, sem um controle eficiente da utilização e liberação, torna-se inviável otimizar os recursos e investimentos destinados para essa finalidade.

Dessa maneira, quanto mais informações a respeito da rotatividade, do tempo de ocupação e inoperância de um leito, mais robusta a gestão hospitalar consegue ser.

2. Viabiliza um atendimento de maior qualidade e eficiência

O propósito central de um hospital é garantir o atendimento e um serviço de alta qualidade, correto?

Significa transparecer eficiência nas internações e reduzir o tempo de permanência, tudo a partir de um viés de evidente agilidade operacional. Mas será que é viável alcançar esse patamar único, sem saber como está a ocupação real?

Adiantamos para você, é impraticável esse cenário. No entanto, ao cruzar os dados de ocupação com indicadores como tempo de internação, índice de óbitos e infecções, por exemplo, a gestão racionaliza e discerne com assertividade sobre a qualidade do atendimento.

Por conseguinte, adotar estratégias inovadoras, seja no investimento em novas ferramentas e recursos hospitalares ou na mudança de mindset organizacional, a gestão implementa parâmetros que visam fortalecer os serviços aos pacientes.

3. Permite a utilização máxima que a estrutura hospitalar oferece

Conhecer a fundo a ocupação de leitos hospitalares consiste na avaliação dos setores de forma individual.

Por sua vez, os gestores apontam onde há mais rotatividade de pacientes, em quais departamentos existem mais leitos vagos e o que é necessário para oportunizar melhor utilização dos recursos da organização.

Além disso, remanejar o espaço que o hospital oferece, criando diferentes layouts de atendimento, traz otimização e maior segurança do espaço físico, mas isso é passível de ser feito somente se a taxa de ocupação for perceptível.

Sabe o que todos estes passos, motivos e exigências operacionais têm em comum? A tecnologia. Afinal, ela é o grande elo que une e mantém uma estrutura hospitalar operante, eficaz e altamente segura.

Ainda mais em tempos em que o ambiente hospitalar é tão importante para auxiliar gestores e demais profissionais a sobreporem as dificuldades da pandemia, a taxa de ocupação de leitos é o ponto chave para compreender como ser mais contundente no atendimento aos pacientes.

Como a sua gestão hospitalar tem lidado com essa crescente demanda? Se busca simplificar esse processo, convidamos você a acompanhar o Blog SALUX, pois semanalmente trazemos conteúdos únicos e relevantes para sua organização!

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