Diariamente as organizações trabalham incessantemente para aperfeiçoar a satisfação do paciente, bem como a experiência no cuidado à saúde.

Elemento crucial para mensurar a evolução do desempenho hospitalar, é também uma qualidade crítica para viabilizar um serviço diferenciado e perceptível às necessidades de quem precisa recorrer aos cuidados médicos.

Focar na experiência do paciente é alinhar-se às diretrizes que realmente trazem otimização da performance operacional da instituição.

Contudo, quais as recomendações assertivas para fomentar com precisão a melhor experiência do cliente? É isso que você descobrirá ao longo deste conteúdo, pois elencamos as 4 principais orientações para guiar melhor os processos hospitalares!

Experiência do paciente: 4 recomendações para aperfeiçoar seus serviços!

Apesar de ser uma estratégia simples em sua essência, afinal, a satisfação do paciente é resultado da combinação do atendimento eficiente, atencioso e preciso, redefinir processos para tornar isso possível é o grande desafio.

Isso porque há variáveis que influenciam e dificultam a implementação de medidas que surtam efeito, especialmente na mensuração dos resultados.

É por isso que trazemos neste conteúdo algumas recomendações, de modo a viabilizar uma forma de olhar para a satisfação dos seus pacientes como uma medida de equilíbrio, e não como um motivador para resultados, compreende a diferença?

É guiar-se pelo nível de satisfação, a fim de compreender como a qualidade do serviço em saúde tem ligação com melhores resultados.

1. Entendendo melhor o conceito de medida de equilíbrio

Vamos utilizar um exemplo bem “tradicional”: se um paciente tem afinidade com o médico responsável, enxergar valor no tratamento que está recebendo e entender que a organização está fazendo de tudo pelo seu bem-estar, certamente sua experiência será satisfatória, correto?

Nem sempre, já que mesmo em face à experiência positiva, o paciente pode receber um diagnóstico negativo. Nesses casos é que o hospital precisa utilizar sua satisfação como uma medida de equilíbrio.

Isso garante uma maior capacidade aos sistemas de saúde em implementar melhorias relevantes na qualidade do seu atendimento. Por sua vez, isso pode ser feito de maneira a monitorar os impactos negativos inerentes em qualquer atendimento.

Outro exemplo essencial: se você busca reduzir a taxa de permanência, então, esse é o indicativo de resultado a ser considerado.

Contudo, se o paciente sente que o processo de liberação foi apressado e não alcançou o resultado esperado, quer dizer que a melhora no processo de liberação de leitos gerou um impacto negativo sobre a experiência daquele paciente.

2. Avalie as equipes de atendimento de forma geral e não individual

A maximização da experiência do paciente está intimamente conectada à forma como as equipes trabalham diariamente.

Em outras palavras, são múltiplos os pontos de interação que normalmente um paciente tem contato do momento em que entra no hospital, até a liberação. Com isso é imprescindível realizar uma avaliação sobre as equipes de forma geral.

Um dos grandes retrocessos é implementar pesquisas de avaliação individuais, pois inibe que a gestão e líderes compreendam em detalhes como as ações têm impactado na experiência e satisfação dos pacientes.

Dessa maneira, tal estratégia deve ser embasada na captura de dados gerados nos atendimentos, exames, diagnósticos e interação com os profissionais. Por fim, torna-se viável desenvolver um “mapa” para guiar novas e remodeladas ações de impacto.

3. Utilize os dados para compreender e agir com assertividade

Os sistemas combinados com a capacidade analítica dos gestores têm por obrigação compreender, aplicar e agir sobre cada informação relacionada à satisfação do paciente. Do contrário, se torna impossível melhorar sua experiência.

As análises de dados proporcionados pelo software ERP hospitalar e seus recursos, ajudam a identificar o ponto de equilíbrio nas relações relevantes entre:

  • Experiência do paciente.
  • Resultados clínicos.
  • Engajamento dos colaboradores e profissionais.

O resultado da verticalidade entre estes elementos, e na presença de tecnologia que ajude a traduzir os resultados, é maior compreensão sobre o quadro atual da instituição, empodera gestores com dados em tempo real e amplia o compartilhamento dos dados através dos sistemas e fluxos de trabalho.

E a SALUX hoje, já consegue facilitar essa necessidade nos hospitais, prova disso é a forma como transformamos os processos e os resultados do Hospital de Caridade de Carazinho, acesse e conheça em detalhes essa parceria!

4. A tecnologia é o eixo para ampliar a experiência do paciente

Tecnologias inovadoras revolucionam os serviços em saúde dia após dia, cada vez com mais eficiência e recursos indispensáveis, como:

  • Ferramentas que melhoram a orientação dos pacientes dentro do fluxo de atendimento.
  • Recursos que permitem a localização de qualquer demanda em tempo real.
  • Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) cada vez mais integrado, robusto e diferencial operacional.
  • Soluções Business Intelligence para monitorar indicadores de desempenho de forma simultânea e ágil.

Isso sem contar a solidez do ERP hospitalar, que agrega estes elementos e tantos outros para complementar as atividades hospitalares.

Portanto, as inovações tecnológicas – consideradas a evolução na Saúde 5.0 – devem ser implementadas de maneira coesa. Somente assim é possível melhorar a experiência do paciente.

E em Informatização em Saúde a SALUX é referência, entregando o que há de mais moderno e eficiente para os hospitais. Quer entender melhor a nossa atuação na transformação das instituições de saúde? Venha falar com nossos especialistas!

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