Apesar de os anestesiologistas representarem aproximadamente 5% dos médicos brasileiros, a anestesiologia é reconhecida como a principal especialidade médica no enfrentamento dos aspectos formadores da segurança do paciente.

Não à toa, essa especialidade médica é crucial na medicina moderna, pois torna a cirurgia segura, viável e possível, independentemente do grau de complexidade.

A prática se apresenta hoje em diferentes frentes, como pediátrica, obstétrica, neurocirúrgica, cardiovascular, cuidados críticos e no tratamento da dor.

Portanto, a instituição de saúde tem como obrigação focar diariamente em metodologias inovadoras, práticas e tecnologias, de modo a “blindar” os processos e etapas que fazem parte de procedimentos cirúrgicos.

Acompanhe o conteúdo que a SALUX desenvolveu para auxiliar sua gestão hospitalar a compreender em detalhes a importância da anestesiologia segura!

Importância de otimizar a anestesiologia clínica no hospital

A administração de um anestésico interfere na homeostase do paciente, por exemplo, na variação nos parâmetros vitais. Automaticamente, isso implica que tais parâmetros devem ser monitorados continuamente pelo anestesista.

Inclusive, a anestesia também pode induzir uma série de condições em pacientes, como:

  • Hipotermia
  • Tremores
  • Dor de garganta
  • Náusea
  • Vômito
  • Dor de cabeça
  • Inconsciência retardada, entre outras.

Justamente por isso que, antes de administrar a anestesia, o médico responsável interage com o paciente para conhecer seu histórico médico, alergias a certas drogas, hábitos de vida como consumo de álcool, tabagismo, uso de drogas psicodélicas e histórico médico de familiares próximos.

Esse conjunto de informações ajuda o médico a preparar a dosagem certa da anestesia, além de determinar precauções a serem tomadas antes, durante e no pós-operatório.

Podemos dizer que o anestesista age como um “controlador de tráfego aéreo”, onde faz o monitoramento de perto de todos os parâmetros vitais, instrui e toma medidas quando necessário, garantindo eficiência e segurança na sala de cirurgia.

Contudo, para que esse cenário se concretize e o anestesiologista possa ser contundente na segurança operatória, ele precisa do amparo da tecnologia, de modo a se embasar em dados, históricos completos e tomada de decisão flexível, somente assim é viável vencer desafios.

Principais desafios da gestão clínica de anestesiologia

Quando falamos no cenário dentro de um centro cirúrgico, precisamos entender os desafios atrelados às demandas. 

Por exemplo, o papel da anestesiologia nos processos de cirurgia são bem estabelecidos, como na responsabilidade principal de garantir a preservação do bem-estar e vida do paciente.

Porém, ao longo dos últimos anos, o avanço tecnológico em exames e práticas pré-operatórias tem exigido mais especialização e dedicação do profissional, pois agora temos:

  • Procedimentos ambulatoriais.
  • Demandas relacionadas às sedações.
  • Serviços endoscópicos.
  • Tomografias.
  • Ressonâncias.
  • Colonoscopias.

Portanto, o profissional precisa da estrutura adequada para trabalhar com eficiência e plena segurança do serviço prestado.

Isso inclui equipamentos e recursos integrados que viabilizam maior conhecimento sobre os casos, etapas necessárias e atividades envolvidas em cada tratamento. Então, como transformar essa realidade?

Consolidando as práticas de anestesiologia como modelo de segurança assistencial

Os provedores de anestesia enfrentam o desafio recorrente de maximizar a eficiência, bem como de fornecer a mais alta qualidade do atendimento ao paciente.

Embora novas tecnologias contribuam para a evolução da saúde, o capital humano é mais importante do que nunca. Veja 3 passos estratégicos para melhorar a prática de anestesia clínica!

1. Tudo começa antes da aplicação da anestesia

Você sabe a importância e os impactos dos cuidados que anestesiologistas e enfermeiros/as especializados em anestesia podem fornecer? Na verdade, grande parte desse cuidado acontece ainda na ausência do paciente. 

Isso porque se sua gestão clínica possui esse tipo de gerenciamento, direcione os anestesiologistas a examinarem minuciosamente o histórico dos pacientes, relatórios médicos e resultados de testes, a fim de prepará-los melhor para as operações.

Essa prévia análise pode representar um longo caminho para garantir a segurança do paciente, mas garante também a redução do risco de ações judiciais movidas por negligência, além de impactos negativos em sua saúde.

2. Aproveitar a oportunidade para ampliar o aprendizado sobre o tratamento

Contrariamente a outros médicos especializados, os anestesiologistas não costumam passar muito tempo com pacientes. Logo, se torna complexo contribuir para o senso geral de conforto e bem-estar do paciente.

Enquanto um cirurgião pode prestar cuidados ao longo do processo operatório, o papel do anestesista é educar o paciente antes e depois da operação.

Sendo assim, discuta informações com os pacientes, para garantir que eles tenham conhecimento do que acontecerá durante a operação e os cuidados ao deixar o hospital.

Deste modo, os profissionais adquirem valiosos insights e evitam complicações. Esse processo tem responsabilidade direta sobre a segurança do paciente quando falamos em anestesiologia clínica!

3. Comece a avaliar novas tecnologias para aperfeiçoar a gestão clínica de anestesiologia

Não há outra alternativa ou estratégia além da tecnologia, pois, todas as decisões médicas devem ser baseadas em dados de qualidade.

Os anestesiologistas devem ter uma maneira eficiente de levantar os dados dos pacientes e atualizá-los no caso de uma chamada ou reinternação.

O setor da saúde se move rapidamente em direção ao protocolo orientado por banco de dados, e os provedores de anestesia devem acompanhar o ritmo.

Entretanto, há uma preocupação aqui, já que um baixo número de organizações implementa sistemas eletrônicos de manutenção e gestão de registros, ficando dependentes de arquivos e documentos em papel.

Com isso vão na contramão da integração e interoperabilidade que fortalece os processos da anestesiologia moderna. Por fim, avalie os seguintes recursos em uma solução ou serviço voltado ao anestesiologista:

  • Perfil clínico do paciente.
  • Ficha pré-anestésica.
  • Ficha anestésica.
  • Interoperabilidade e segurança.

O que achou do conteúdo? Acompanhe o Blog SALUX para mais dicas, pois teremos uma série bem completa sobre o tema, até breve!

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