Não há como negar que a tecnologia está cada dia mais presente nas instituições de saúde, e através dela uma organização otimiza seus serviços e melhora a qualidade do atendimento aos pacientes, mas quando falamos em saúde pública, um conceito tem criado certa urgência, a interoperabilidade.

Porém, existem incontáveis desafios que ainda devem ser vencidos, como é o caso da resistência às mudanças, baixos investimentos na saúde pública, pouca confiança na segurança das informações e a necessidade de treinamentos contínuos, a fim de capacitar os envolvidos na operação, pois é, a lista pode ser grande.

Contudo, hoje falaremos sobre ações que podem ser facilitadoras no processo de desenvolvimento da atuação interoperável. Descubra a seguir como a saúde pública deve se posicionar quanto às mudanças!

A interoperabilidade em ação na saúde

Mesmo que a tecnologia hospitalar consiga entregar soluções completas de gestão, é normal que uma instituição de saúde, principalmente pública, disponha de diferentes sistemas para cada departamento.

Nesse sentido, quando há a necessidade de analisar os dados de cada setor para um planejamento estratégico, por exemplo, é comum o surgimento de problemas. Existe um fator que atrapalha bastante na gestão hospitalar, que é a divergência de sistemas, onde eles não conseguem “conversar entre si”.

A interoperabilidade tem como objetivo primário quebrar essa barreira, ou seja, fazer com que um sistema se torne compatível a outros, mesmo que totalmente diferentes.

Há certos sistemas na área da saúde que são o foco de uma ação interoperável, tais como: Sistema de Comunicação e Arquivamento de Informações, PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente) e o próprio Software de Gestão Hospitalar.

Portanto, a interoperabilidade é a busca pela criação e implementação de distintos protocolos, com o intuito primordial de uniformizar a forma como os dados e informações são absorvidos por diferentes sistemas e transferidos a outras ferramentas interligadas.

A interoperabilidade é um marco há muito almejado na saúde pública, mas que tem evoluído aos poucos no Brasil.

Como a interoperabilidade deve estar presente na saúde pública

É fundamental compreender que a interoperabilidade na saúde pública vai além da padronização cadastral dos pacientes, ela abrange tanto o sistema de gestão hospitalar quanto demais ferramentas e bancos de dados. seja no sistema de gestão hospitalar ou no recurso de PEP.

O intuito mesmo é elevar o nível de análise ao ponto de os profissionais terem em mãos a possibilidade de avaliar as informações do prontuário de um paciente. Dessa maneira, a instituição pública de saúde elimina a redundância de exames desnecessários, procedimentos já realizados e atinge uma imprescindível redução de gastos.

A partir de sistemas internos agindo de forma interoperável, os serviços se tornam mais eficientes, a qualidade no atendimento é convertida em pacientes mais satisfeitos e a gestão hospitalar consegue desenvolver um planejamento de crescimento, uma vez que os processos são mais bem gerenciados.

Tudo isso graças a associação e junção das informações clínicas dos pacientes, provenientes de inúmeros locais, como: instituições privadas de saúde, UBS (Unidade Básica de Saúde) e através de planos de saúde.

2 ações para promover o interoperável na saúde pública

1 – Focar nas mudanças necessárias à cultura da organização

Um dos aspectos que mais segura o desenvolvimento da interoperabilidade é o receio quanto às mudanças. Logo, é cabível à gestão hospitalar estimular um mindset voltado a sobrepor as complexidades que esse processo demanda.

É crucial que haja total colaboração das partes envolvidas para que o processo de implementação dos padrões e protocolos, seja acompanhado de perto, nutrindo de conhecimento aqueles que terão algum nível de responsabilidade sobre as atividades.

2 – Desenvolver um planejamento para substituição e atualização de sistemas

Essa ação envolve analisar todo e qualquer sistema ativo na instituição, seja um prontuário eletrônico do paciente, sistema de arquivamento e comunicação de imagens, sistema de informação radiológica, enfim, tudo que acompanha o conceito de interoperabilidade.

O objetivo é determinar quais dessas ferramentas já não suprem mais seu papel dentro da organização, seja pela falta de eficiência, obsolescência tecnológica e incapacidade de acompanhar as mudanças impostas pela transformação interoperável, impedindo o operacional de adotar com sucesso os padrões ideais.

Tal ação permitirá que a gestão trace um “mapa” dos seus sistemas, reduza a complexidade da gestão das informações e, sobretudo, diminua consideravelmente a quantidade de ferramentas que os médicos devem acessar para levantar as informações necessárias no tratamento de um paciente.

Todavia, esse é um processo considerado de alto custo e, quando falamos em saúde pública, os recursos disponíveis muitas vezes não são suficientes. Porém, pode se tornar o papel da TI hospitalar, realizar uma análise certeira para localizar sistemas e priorizar quais ferramentas se tornaram ineficazes.

A partir disso fica viável planejar a melhor forma de investir em novos sistemas, considerando o capital disponível e seu grau de relevância no aspecto interoperável da instituição de saúde pública.

A última dica de hoje é: tudo começa pela escolha do fornecedor e parceiro, pois, assim como mostramos, grande parte do sucesso da interoperabilidade reside justamente nos sistemas preparados para sustentar o processo de mudança.

Venha entender na prática como a SALUX é grande candidata a contribuir para que sua organização de saúde pública atinja seu pleno potencial, te esperamos!

Rua Evaristo da Veiga, 154 - 3º Andar, Porto Alegre - RS - (51) 3021-0055 - 90620-230
Infraestrutura Plantão 24 Horas
51 99239-6976 (VIVO)
51 99238-7010 (CLARO)
Suporte
51 99767-7602
Receber novidades
Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form.