Além de estruturar um serviço eficiente e de qualidade, a interoperabilidade é um requisito indispensável para as instituições de saúde que buscam atingir uma acreditação de alto nível, a fim de trazer em definitivo a informatização aos processos.

Termo muito discutido entre as principais instituições de saúde, a interoperabilidade consiste em estimular altos níveis de integração entre os sistemas de informações, dispositivos e instituições, visando aprimorar a comunicação e a troca de dados entre profissionais e processos.

No entanto, esse posicionamento assertivo é considerado de alta complexidade, uma vez que culmina no alinhamento entre diferentes protocolos e arquétipos de linguagem.

Confira o post que mostrará como a interoperabilidade é crucial para o crescimento da sua instituição de saúde. Veja os principais desafios que deve vencer para se lançar ao sucesso!

Como a interoperabilidade projeta a instituição ao futuro da saúde digital

Simplesmente pelo fato de que ostentar um nível maduro de interoperabilidade é reflexo de um sucesso operacional almejado por muitos.

Isso porque falamos da integração unificada de informações e dados compartilhados entre centenas de profissionais, hospitais, clínicas, centros de diagnóstico por imagem, laboratórios e pacientes, todos usufruindo de um fluxo de dados absorvido em incontáveis ambientes e processos ao longo de uma complexa cadeia de gestão em saúde.

Consegue perceber que deve existir uma simbiose única na aquisição das informações, e mais, uma administração sem precedentes para que isso se torne algo valioso para o atendimento de qualidade ao paciente?

Portanto, sempre que observar algum hospital que alcançou altos níveis de acreditação, tenha certeza, a interoperabilidade reina naquele ambiente, pois a instituição se posicionou ao futuro do serviço em saúde.

Afinal, para conseguir esse tipo de acreditação é exigido passar pelo processo interoperável com sucesso.

Vale ressaltar, engana-se quem pensa que a interoperabilidade é algo que beneficia apenas o financeiro da instituição, pelo contrário. A real vantagem dessa árdua demanda vai de encontro à qualidade do atendimento ao paciente.

Podemos assumir, por exemplo, a imprescindibilidade da integração entre sistemas terceiros, tanto de laboratórios quanto de imagens, oferecendo uma frente única de análise e tratamento, ambos ideais para a qualidade do atendimento hospitalar.

Quando a interoperabilidade faz parte da rotina da instituição de saúde, os profissionais passam a ter acesso aos sistemas de laboratórios e imagem, por exemplo, e tal disponibilidade facilita a rotina do médico na tomada de decisão.

Entretanto, com o interoperável agindo o profissional terá acesso aos prontuários médicos anteriores, exames e tratamentos já realizados, ou seja, tudo o que já foi feito e, assim, estará mais apto a apontar o tratamento ideal ao paciente, encurtando sua internação e aprimorando o serviço.

E quanto aos desafios, o que impede a cultura interoperável de prevalecer?

Nos sentimos bastante otimistas quando abordamos a forma como a saúde tem se tornado cada dia mais digital, inclusive em seus diferentes níveis de funcionalidades.

Todavia, em simultâneo, sentimos certo receio e até mesmo uma preocupação, pois entendemos que a inovação tecnológica, a que a saúde está exposta, levará um tempo ainda indeterminado para surtir o efeito necessário para que a interoperabilidade se torne uma realidade comum às muitas instituições de saúde.

Falamos de numerosos sistemas, softwares, serviços e ferramentas digitais, já disponíveis no mercado, “tendo uma conversa direta e transparente entre si”, fomentando maior poder de ação à gestão hospitalar.

Além disso, um dos grandes desafios será remodelar a comunicação entre instituições de saúde privadas e públicas. Como bem sabemos esse cenário é bastante complexo e deverá receber um foco sem precedentes, visando a conformidade exigida para o desenvolvimento das estratégias de integração.

Logo, esse conceito só será uma realidade quando gestores e líderes conseguirem efetivar uma administração eficaz, no sentido de promover melhorias em sua cultura organizacional, isto é, direcionar à troca das informações entre os envolvidos.

Por onde começar o processo de interoperabilidade?

Não há como deixar de evidenciar se tratar de um processo longo e, por vezes, demorado, como deve ter percebido acima.

Porém, como em toda decisão de mudança, sempre deve haver um ponto de partida e, nesse caso, é preciso começar pela informatização em sua instituição de saúde.

Investir em tecnologia para sua instituição te proporcionará a margem para crescimento, uma vez que automatiza e viabiliza total eficiência e, acima de tudo, qualidade no serviço prestado.

E nisso podemos dizer que somos especialistas. A SALUX conta com soluções completas em gestão hospitalar, além de serviços específicos que amparam o trabalho dos profissionais, idealizando a tomada de decisão certa.

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