Como toda instituição de saúde busca maior qualidade no atendimento e tratamentos de primeira, eventualmente, irá se deparar com a necessidade de focar na gestão compartilhada em saúde (OSS), que é fonte de massivas transformações nos processos hospitalares.

Quer entender como uma instituição de saúde pode ser beneficiada por uma gestão compartilhada, pautada nos princípios e práticas dos melhores hospitais? Então, já fica aqui o convite a você nos acompanhar neste conteúdo. Boa leitura!

Conheça agora 6 vantagens da gestão compartilhada em saúde

1 – Talvez o mais importante, ganhos em qualidade do serviço prestado

A qualidade no serviço prestado por uma instituição de saúde é o direcionamento que rege basicamente todo seu operacional. É através da qualidade diferenciada, que o hospital consegue se destacar, não somente no mercado, mas, sobretudo, na vida das pessoas. E a parceria na gestão compartilhada viabiliza precisamente esse ganho em qualidade.

Em suma, isso acontece devido à possibilidade de contar com profissionais mais especializados, da oferta de insights sobre maior operacionalização dos processos, além é claro, da possibilidade de implementações tecnológicas, como a aquisição de um software em gestão hospitalar.

A título de exemplificação, se considerarmos uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o departamento é beneficiado em diferentes frentes, uma vez que passa a contar com mais profissionais especialistas em seu campo de atuação, bem como na empregabilidade de equipamentos modernos.

Já é possível visualizar o que esse tipo de administração pode trazer em termos de pacientes mais bem atendidos?

2 – Redução da complexidade em gerenciar

Um dos pontos que mais gera complexidade na gestão de um hospital é a falta assertiva de organização. E nesse ponto, a gestão compartilhada em saúde consegue estimular mais praticidade aos gestores e demais profissionais.

Em suma, isso acontece porque cada departamento terceirizado será o grande protagonista da sua própria ação e gestão de serviços. Dessa maneira, os gestores conseguem administrar com maior facilidade sua autoridade sobre os resultados.

É importante salientar que uma empresa que presta esse tipo de serviço dispõe de supervisores capacitados a conduzir um suporte distinto a cada estágio dos processos hospitalares, fomentando assim, mais qualidade e menos complexidade.

3 – Aprimoramento do tempo investido em cada ação

Em termos de benefício, a otimização do tempo é um dos pontos altos em uma gestão compartilhada em saúde. A presença e ação de mais profissionais especializados é capaz de promover uma divisão considerada mais efetiva das demandas e processos.

Por sua vez, o tempo investido se torna certeiro e os resultados se tornam ainda mais expressivos, em especial às áreas de alta complexidade, como uma UTI, por exemplo.

Outro ponto que absorve vantagens, é quanto ao fortalecimento do esforço na escolha criteriosa de profissionais com perfis condizentes às necessidades da instituição terceirizada, demanda essa, que passa a ser de responsabilidade da administração externa.

4 – Maximização da lucratividade empresarial

É através das melhorias e aperfeiçoamento já citados, que é possível compreender como a lucratividade da instituição só tem a aumentar, uma vez que há maior controle, mais organização, menos complexidade e uma gestão pautada na oferta de um serviço de qualidade à população.

Afinal, estamos falando em saúde pública, que é o setor que mais carece de um atendimento acima da média. Então, em um planejamento de médio a longo prazo, o retorno se consolida como positivo e assegurado.

5 – Potencial à escalabilidade estruturada em custos menores

Se colocarmos em uma mesma fórmula as vantagens da gestão compartilhada, como: ganhos em qualidade, diminuição dos custos e aprimoramento das ações operacionais, teremos uma solução com potencial para ampliar a escalabilidade dos processos hospitalares de forma concisa.

Isso porque quando uma instituição de saúde busca por ajuda nesse sentido, ela passa a ter margem para almejar uma dilatação operacional, tudo a partir de uma implementação facilitada e com a possibilidade ainda, de atingir um Retorno sobre Investimento (ROI) positivo.

6 – Alto custo-benefício como vantagem operacional

É vital salientar nesse ponto que, os serviços oferecidos por uma Organização Social de Saúde (OSS), tendem a ser de médio a longo prazo – o que varia muito pelo tamanho da instituição – então, surgirá ao longo do período pré-determinado a possibilidade real de redução de custos, que abre caminho para o custo-benefício tomar se formar.

Isso acontece, pois, a gestão consegue promover a diminuição de seus custos com recursos humanos, bem como nos equipamentos. Além disso, por dispor de profissionais especialistas, até mesmo os gastos com contratação são reduzidos.

Somado a isso está a capacidade de gerir o manejo de todos os equipamentos hospitalares com assertividade, eliminando o desperdício da equação da instituição. Portanto, seu custo-benefício é formado ao longo de processos que são lapidados e direcionados ao sucesso.

E para sua instituição de saúde, como uma gestão compartilhada em saúde poderia fazer a diferença? O que você achou das vantagens mostradas aqui hoje?

Qualquer que seja sua dúvida, é só procurar os profissionais da Equipe SALUX, estamos de prontidão para te ajudar, continue nos acompanhando nas redes sociais e até a próxima!

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